segunda-feira, 4 de janeiro de 2010


ela pensava que sabia. pensava que pensava em coisas boas e que assim podia. pensava que nem sequer era preciso pensar nem saber porque o instinto de ser livre era mais forte, dotado de tanta força que nem os furacões se atreviam a desafiá-lo. ela pensava e sonhava isto tudo. sabia pensar e pensava que sonhava e sabia, sabia mesmo. sabia tanto-com-tanta-força-que-nem-os-furacões que nunca mais foi vista noutra forma que não a de estrela-polar (às vezes com outras sem hífen, ou cauda brilhante e cadente, como o autor-criança lhe prefere chamar). ela sonhava, pensava, sabia e voava. mesmo.